Autores

da Silva Dutra, D. (UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL) ; Ortemar Rehbein, M. (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS)

Resumo

Este trabalho objetiva a análise das morfocronogêneses dos padrões de formas semelhantes do relevo da área de influência do Escudo Sul-Rio-Grandense no município de Pelotas. Operacionalmente, a pesquisa se desenvolveu a partir de revisões bibliográficas, do emprego de técnicas de geotecnologias e de campo. Foram mapeados seis padrões de formas semelhantes do relevo que de acordo com morfocronogêneses foram diferenciadas em doze unidades de relevo. Os processos morfogenéticos do relevo estão condicionados aos aspectos estruturais e texturais das litologias da área e a ação, direta e indireta, pretérita e atual, dos elementos e variáveis climáticas. Do entalhamento pluvio-fluvial remanescem as mais antigas superfícies do modelado da área, representadas pelos topos de colinas, morrotes e morros. Esse trabalho visa contribuir para o mapeamento geomorfológico do município de Pelotas.

Palavras chaves

Morfocronogêneses do relevo; Escudo Sul-Rio-Grandense; Município de Pelotas

Introdução

A compreensão do modelado terrestre é importante tanto para o desenvolvimento da ciência bem como para o desenvolvimento da sociedade. Conforme Marques (2009) é sobre o relevo que se fixam as populações humanas e são desenvolvidas suas atividades. A ciência geomorfológica estuda o relevo de muitas formas, dentre elas, através do mapeamento geomorfológico. Isso se deve certamente a uma metodologia que contempla desde a origem e evolução do relevo, aos seus processos e tendências atuais. O mapeamento geomorfológico se destaca tanto no sentido de apresentar diagnósticos bem como prognósticos ambientais. Os estudos geomorfológicos envolvem uma investigação bastante aprofundada do quadro ambiental por envolver o estudo das morfogêneses, morfocronologias, morfologias (morfografia e morfometria) e as morfodinâmicas do relevo. O mapeamento geomorfológico “(...) se constitui num dos principais métodos e produtos da pesquisa geomorfológica” (RODRIGUES, 1997, p. 88). A existência de um plano de informações, representado pelo mapeamento geomorfológico, contribui para elucidação de processos erosivos e deposicionais, assim como, mediante combinações com outros mapeamentos temáticos, viabiliza a elaboração de cenários ambientais, como áreas de riscos de movimentos de massa e inundação (ARGENTO, 2009). Este trabalho faz parte do projeto de mapeamento geomorfológico do município de Pelotas/RS que, entre outras justificativas, visa contribuir com informações básicas, mais detalhadas, da geografia física do município. O projeto de mapeamento geomorfológico do município de Pelotas se desenvolve a partir de duas frentes de pesquisa, determinadas em função das distintas morfocronogêneses das unidades morfoesculturais do relevo do RS que ocorrem no município, áreas do Escudo Sul-Rio-Grandense e da Planície Costeira do RS, as quais, também se constituem por distintas morfologias e morfodinâmicas de relevo. O presente trabalho objetiva a análise das morfocronogêneses dos padrões de formas semelhantes do relevo da área de influência do Escudo Sul-Rio- Grandense no município de Pelotas. A área de influência do Escudo é de 898,38 km2, correspondendo a aproximadamente 55,8% da área total do município. Do ponto de vista socioeconômico, essa porção do município de Pelotas caracteriza-se pela diversificação de atividades agrícolas. Destacam-se o cultivo de pêssego, hortifrutigranjeiros, além da criação de gado e da produção leiteira. Quanto às características físicas, nessa mesma área desenvolve-se uma rede hidrográfica de significativa importância ecológica e social para o município de Pelotas e região, da qual cabem destacar as nascentes e seções fluviais dos arroios Pelotas, Santa Bárbara, Fragata, Corrientes, Contagem e do canal São Gonçalo, usados para abastecimento urbano e rural.

Material e métodos

Na atividade de mapeamento dos padrões de formas semelhantes do relevo, seguiram-se as orientações metodológicas apresentadas em ROSS (1992), que traz, entre outras fundamentações, as contribuições de Guerasimov (1946), Mecerjakov (1968) e Demek et al (1972) na definição de níveis taxonômicos para a cartografia do relevo. Considerando-se as dimensões da área de estudos e a escala gráfica de representação, das informações intencionadas, o trabalho se desenvolveu na perspectiva de inventariação e cartografia dos padrões de formas semelhantes do relevo, considerando-se aspectos de suas morfologias e morfocronogeneses, terceiro táxon da proposta de ROSS (1992). Operacionalmente, a pesquisa se desenvolveu a partir das seguintes etapas: a) Revisões bibliográficas – esta etapa compreende a sistematização de informações existentes da geologia, pedologia, hidrografia e climatologia. b) Estruturação de um banco de dados geográficos – compreende a digitalização e organização de bases matriciais e vetoriais georreferenciadas, enquanto planos de informações. Foram incluídos enquanto dados digitais, o limite municipal de Pelotas na escala de 1:250.000, disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2013). Também foram incluídas as curvas de nível com equidistância de 20 metros, pontos cotados (metros), hidrografia (cursos fluviais e corpos d’água), e o sistema viário, organizados por Hasenack e Weber (2010). Também foram utilizados os mapas geológico do Rio Grande do Sul, na escala de 1:750.000, disponibilizado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM, 2008) e o mapa de solos do município de Pelotas, na escala de 1:100.000, organizado por Cunha e Silveira (1996, b). Por fim, também foram organizados anaglifos de fotografias aéreas do município de Pelotas (Voo SH-22-T – Faixas 8, 9, 10, 11, 12, 13, 13 A, 14) na escala de 1:40.000, disponibilizadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) e Agência Lagoa Mirim (ALM, 1953). c) Técnicas de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento – compreende o emprego de ferramentas das geotecnologias na geração de imagens anaglifos de fotografias aéreas, na construção de um Modelo Numérico do Terreno (MNT), em mapeamentos de elementos e padrões de formas semelhantes do relevo da área de influência do Escudo Sul-Rio-Grandense no município de Pelotas. Para geração de imagens anaglifos se seguiram as orientações de Santos e Dias (2011). A metodologia resulta na aplicação de estereoscopia em pares de fotografias aéreas parcialmente sobrepostas, em meio digital, a partir do uso de óculos 3D. De modo a cobrir a área do município de Pelotas, utilizaram-se às faixas de voo 08 (fotografias 22 e 23), 09 (fotografias 64 e 65), 10 (fotografias 103 a 114), 11 (fotografias 117 a 132), 12 (fotografias 161 a 177), 13 (179 a 194), 13A (96 a 98) e 14 (16 a 23), registradas pela Força Aérea Brasileira (FAB) no ano de 1953 e disponibilizadas em formato digital (com resolução de 300dpi) pela Agência de Desenvolvimento da Lagoa Mirim (ALM) da UFPel. Da construção do MNT, a partir da interpolação de curvas de nível de equidistâncias de 20m, resultam os mapas hipsométrico e de declividades do município de Pelotas. Esses mapas, analisados conjuntamente as imagens anaglifos e outros planos de informações, como o mapa da geologia e dos solos, possibilitaram a vetorização de elementos topográficos, padrões morfológicos do relevo e da área de influência do Escudo Sul-Rio-Grandense no município de Pelotas/RS. Trabalhos de campo: Esta etapa consiste em atividades in loco de registros fotográficos e análises visuais e táteis de materiais pedogenéticos e ou coberturas superficiais em vertentes de diferentes geometrias e em distintos padrões morfocronogenéticos do relevo da área de estudos e de verificações dos dados obtidos em gabinete (mapas dos padrões de formas semelhantes do relevo). As atividades de campo se realizaram nas datas de 28/01; 29/03; 30/03 e 09/04 do ano de 2016, após ocorrências pluviométricas.

Resultado e discussão

Na área de influência do Escudo Sul-Rio-Grandense (ESRG) no município de Pelotas, a partir da sobreposição de dados clinográficos, hipsométricos, de elementos topográficos (divisores d’água, rupturas de declives/aclives e talvegues) e observações morfográficas do modelado, foram identificados e mapeados seis padrões de formas semelhantes de relevo: em colinas, morrotes, morros, cabeceiras de drenagens, com formações de hollows e planícies, fluviais e alveolares (Figura 01). Figura 01: Mapa dos padrões de formas semelhantes do relevo da área de estudos Fonte: Dutra, 2017 Esses padrões de relevo, ao considerarmos seus processos morfocronogenéticos, podem ser agrupados em doze unidades: Colinas, morrotes e morros do complexo granito-gnáissico Pinheiro Machado; Morrotes e morros do granito Arroio Moinho; Morrotes e morros da suíte intrusiva Dom Feliciano, fáceis Serra do Herval e Cerro Grande; Colinas e Cabeceiras de drenagem com hollows de constituição elúvio-coluvionar e Planícies formadas por depósitos elúvio-coluvionares e aluviais. A Figura 02 apresenta a organização dessas informações. *Ma – Milhões de anos; ** Ka – Milhares de anos Figura 02: Morfocronogeses dos padrões de relevo da área de influência do ESRG no município de Pelotas/RS Organização: os autores, 2017 Os padrões de relevo observados na área de estudos resultam do esculturamento das suítes granitóides, quando da sua exposição em superfície, ao longo do tempo geológico. De acordo com ROSS (1985), a compartimentação do relevo brasileiro atual, como do Planalto Sul-Rio- Grandense, embasado pelo ESRG, tem fortes ligações genéticas com o soerguimento da Plataforma Sul Americana ao longo do Cenozóico (epirogênese pós-cretácea) e com os processos erosivos de caráter circundenudacionais que ocorrem desde então. Os processos morfogenéticos do relevo da área de estudos estão condicionados aos aspectos estruturais e texturais das litologias da área e a ação, direta e indireta, pretérita e atual, dos elementos e variáveis climáticas. Nesse contexto, a ação hidrológica pluvial e fluvial, pela consolidação de redes de drenagens, merece destaque. A formação de caminhos preferenciais de escoamentos das águas, condicionados às linhas de fraqueza das litologias, entalharam as massas graníticas, originando vales. Em algumas superfícies, mais próximas aos divisores d’água, ainda se evidenciam feições geológicas, lineamentos, de controles estruturais. Do entalhamento pluvio-fluvial remanescem as mais antigas superfícies do modelado da área, representadas pelos topos de colinas, morrotes e morros (Figura 03 A). Esses relevos apresentam vertentes de geometrias retilíneas, convexas e côncavas que, em alguns casos, entre os topos e as baixas encostas se interdigitam. Nestas vertentes, recapeando as unidades litológicas, são observados eluviões, diferentes mantos de alteração pedogenética, especialmente, Neossolos Regolíticos e Argissolos Bruno-Acinzentados e Vermelho-Amarelos (CUNHA e SILVEIRA, 1996, a); DUTRA 2016). Além dos eluviões, de naturezas pedogenéticas, também ocorre na constituição de colinas da área de estudos, na transição com a PCRS, um pacote de sedimentos clásticos terrígenos, acumulados em um sistema de leques aluviais. No passado geológico, as formas de relevo da área do Escudo, de modo geral, estruturavam-se por vertentes de declividades mais acentuadas e vales mais encaixados e profundos. Durante episódios de enxurradas intensas, por ocasião de torrentes, materiais detríticos foram mobilizados, formando leques aluviais ou cones de dejeção, apresentados em Tomazelli e Villwock (2000) como leques alimentados pelo Escudo. Como consequência do predomínio de rochas fontes graníticas e da curta duração e distância do transporte, as fácies deste Sistema, na área de estudos, têm como característica a imaturidade textural e mineralógica, exibindo uma composição essencialmente arcoseana. As fácies englobam os produtos de remobilização gravitacional de mantos de alteração das rochas graníticas, envolvendo elúvios e colúvios (TOMAZELLI e VILLWOCK, 2000). Essas formações e depósitos sedimentares foram retrabalhados, direta e indiretamente, por recorrentes alterações nas características dos perfis longitudinais dos canais fluviais que drenam a área de estudos, a partir de mudanças em seus níveis de base, decorrentes de ciclos transgressivo- regressivos marinhos, das mudanças climáticas, correlacionáveis aos períodos interglaciais e glaciais do Cenozóico, como apontados em Tomazelli e Villwock (2000). Alterações nos níveis de base dos cursos fluviais, de impactos em seus perfis longitudinais, resultam alterações em seus processos erosivos, de transporte e deposição, nas suas competências e capacidades fluviais. Também, por relações entre níveis basais, alteram-se as dinâmicas hidrológicas de encostas, intensificando-se ora os processos pedogenéticos e ora os processos morfogenéticos do relevo (COELHO NETTO, 2007; CUNHA, 2007). As cabeceiras de drenagens, com formação de hollows, desenvolvem-se a partir desses processos fluviais em vertentes de geometrias côncavas (Figura 03 B). Observações de campo e análises em gabinete, de ênfases morfológicas e morfogenéticas, permitem especulações sobre evolução dessas formas de relevo. As cabeceiras com formação de hollows, de modo geral, estão articuladas a lineamentos geológicos e, pelo retrabalhamento de materiais eluvio-coluvionares, evoluem acompanhando as fases de encaixamento da rede de drenagem. Os hollows correspondem aos segmentos de vertentes concentradores de fluxos hídricos. No contexto da área de estudos, contemplam áreas de nascentes (olhos d’água) e de canais fluviais de primeira ordem (STRAHLER, 1952 apud CUNHA, 2007), dos quais, muitos intermitentes. Por sua vez, as planícies resultam das progressões dos hollows, a partir de reestruturações hierárquicas fluviais da rede de drenagem. Foram definidas enquanto alveolares e fluviais. Os limites entre essas três formas de relevo, as planícies alveolares, fluviais e os hollows são de difícil precisão, pois, alternam-se sazonalmente, por meio das variações pluviométricas e intrincadas relações de trocas entre matéria e energia. As planícies alveolares constituem fundos de vales, depressões entulhadas de sedimentos, de extensões e larguras bastante variadas (Figura 03 C). São superfícies seccionadas por estrangulamentos flúvio-geomorfológicos, resultantes de lineamentos geológicos e da resistência diferencial das estruturas graníticas, modeladas por processos plúvio-fluviais. As planícies alveolares compreendem superfícies que estabelecem dinâmicas fluviais entre hollows e planícies fluviais. São drenadas por canais fluviais de segunda ou maior ordem (STRAHLER, 1952 apud CUNHA, 2007); muitos desses canais são intermitentes. Sobre essas planícies se observam depósitos de sedimentos aluviais de texturas bastante variadas, indicadores de fluxos irregulares. Por fim, nas planícies fluviais, mais do que em qualquer outra forma de relevo da área de estudos, os processos geomorfológicos agradacionais se destacam frente aos processos denudacionais. Compreendem, portanto, superfícies de depósitos sedimentares provindos das vertentes adjacentes (Figura 03 D). Figuras 03: Registros fotográficos de padrões e formas de relevo da área de estudos Sobre as planícies fluviais os depósitos identificados são de sedimentos menos grosseiros e apresentam maior uniformidade textural do que os observados nas planícies alveolares. As ocorrências de depósitos com essas características são indicativos de fluxos mais regulares de escoamentos. Analogias morfológicas e morfogenéticas possibilitam o mapeamento de sete planícies fluviais, são elas, as planícies dos arroios Fragata, Pelotas, Contagem, Valentim, Corrientes, do Padre e Grande.

Figura 01:

Mapa dos padrões de formas semelhantes do relevo da área de estudos Fonte: Dutra, 2017

Figura 02:

*Ma – Milhões de anos; ** Ka – Milhares de anos Morfocronogeses dos padrões de relevo da área de influência do ESRG no município de Pelotas

Figuras 03:

Registros fotográficos de padrões e formas de relevo da área de estudos

Considerações Finais

Primeiramente é importante destacar que esse trabalho visa contribuir com o projeto de mapeamento geomorfológico do município de Pelotas. Para atender a esse propósito são necessários além do estudo da morfologia e das morfocronogêneses, a compreensão das morfodinâmicas do relevo. Esse trabalho objetivou o estudo das morfocronogêneses do relevo por considerar as mesmas como uma das naturezas geomorfológicas importantes na explicação do modelado terrestre. É a partir da compreensão das morfocronogêneses que se pode, com maior precisão, apresentar cenários futuros para a evolução do relevo. A pesquisa, a partir da sistematização de dados morfológicos e morfocronogenéticos do relevo, traz importantes contribuições para o mapeamento geomorfológico do município de Pelotas.

Agradecimentos

À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior -CAPES, pela bolsa de estudos que contribuiu para o desenvolvimento da pesquisa.

Referências

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