Autores

Valdati, J. (UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA) ; Gomes, M.C.V. (UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA) ; Pellerin, J.R.G.M. ()

Resumo

Este trabalho apresenta o mapeamento geomorfológico em escala de detalhe de uma área sujeita aos diferentes tipos de inundações na planície aluvial de uma bacia hidrográfica com sistema de canais entrelaçados. A área em estudo faz parte da bacia hidrográfica do Rio da Pedra, situada no extremo sul do Estado de Santa Catarina, no município de Jacinto Machado. Para o mapeamento das áreas sujeitas à de inundação partiu-se da elaboração dos mapeamentos geomorfológico de detalhe, elaborado a partir de fotointerpretação e levantamentos de campo. Com base no mapeamento geomorfológico de detalhe, foi confeccionado o mapa das áreas de suscetibilidade à inundação, em escala de detalhe: 1: 25.000. Foram identificados e mapeados 4 níveis de perigo de inundação na planície aluvial do Rio da Pedra: perigo muito alto, alto1, alto 2, médio e sem perigo de inundação.

Palavras chaves

Processos hidrológicos; Canais entrelaçados; Jacinto Machado - SC

Introdução

A cartografia geomorfológica de detalhe tem por objetivo descrever integralmente os elementos do relevo e do modelado (TRICART, 1965). Segundo Demek (1967), o princípio geralmente aceito na construção de mapas geomorfológicos de detalhe é o fato de que o conteúdo principal destes mapas deve conter as formas concretas de relevo e suas partes. A decomposição das formas de relevo em superfície geneticamente homogêneas parece ser a solução mais adequada, continua Demek (1967), pois as superfícies existem concretamente no relevo, podendo ser efetivamente mapeadas no campo, com base nas bordas e rupturas de declive que a margeiam. O mapeamento geomorfológico é entendido como procedimento e o resultado é expresso nos mapas ou cartas. Segundo Dramis & Bisci (1998), as cartas geomorfológicas podem ser de dois grupos, de acordo com o detalhe e o objetivo do mapeamento: Cartas geomorfológica-evolutivas (ilustram a evolução do ambiente físico no decorrer do tempo geológico, escala menor que 1:25.000) e; Cartas dos processos morfogênicos atuais (tipologia e estado de atividade dos processos morfogenéticos que atuam, incluindo aqueles de natureza antrópica, com escala maior que 1:25 000). Neste trabalho, foram aplicados os procedimentos do mapeamento geomorfológico de detalhe em uma área localizada no extremo sul do Estado de Santa Catarina, buscando fornecer elementos para identificação e espacialização do de inundação. Trata-se da bacia do Rio da Pedra, localizada na divisa entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e o estudo abrange a planície aluvial atual, formada por depósitos em forma de leques aluviais e terraços fluviais abandonados. O Rio da Pedra nasce no planalto a aproximadamente 1040m de altitude, em um fluxo de drenagem sobre leito dominantemente rochoso até 220m de altitude, passando a correr sobre seus próprios depósitos (DUARTE et al., 1999). De acordo com Dantas et al. (2007), a bacia do Rio da Pedra possui duas situações morfológicas distintas. A primeira é a drenagem típica do alto curso do rio que drena a escarpa da Serra Geral com um padrão de drenagem treliça e alta densidade de drenagem, evidenciando um forte controle estrutural da rede de canais. A segunda situação morfológica é apresentada no médio-baixo curso, que está inserido sob depósitos de leques aluviais retrabalhados por ação fluvial, onde se caracteriza o padrão de canal entrelaçado do tipo braided (DANTAS et al., 2007). A bacia do Rio da Pedra possui características muito peculiares em comparação a outras bacias hidrográficas da encosta da Serra Geral. Isto decorre devido a grande área de drenagem das nascentes no planalto e posterior concentração do fluxo de drenagem na planície. As características naturais assim como as formas de relevo são um reflexo direto do substrato geológico presente na região da bacia do Rio da Pedra. Conforme o Mapa Geológico de Santa Catarina (DNPM, 1986) e o Mapa Geológico da Região Sul de Santa Catarina (CARUSO, 1995) a área apresenta três unidades geológicas distintas: Formação Serra Geral, Formação Botucatu, Formação Rio do Rastro e Sedimentos Continentais Recentes. Estes sedimentos recentes representam os depósitos são que são mapeados neste trabalho, pois são estas as áreas suscetíveis ao perigo de inundação.

Material e métodos

Os procedimentos adotados para este trabalho se dividem em 3 etapas: trabalhos de campo; fotointerpretação, e; elaboração do mapa de perigo de inundação. Inicialmente, foi realizado um trabalho de campo para reconhecimento da área e identificação de feições gerais e operacionais da área de estudo, tais como dificuldade ou facilidade de acesso, registro fotográfico e contato com moradores locais. Posteriormente, buscou-se delimitar a área de ocorrência dos depósitos fluviais, levando-se em conta a tipologia dos depósitos, tamanho, forma de deposição, imbricamento e outros. Para a fotointerpretação foram utilizadas fotográficas aéreas pancromáticas, dos levantamentos aéreos do Estado de Santa Catarina, realizados em 1957 e 1978, ambos com escala aproximada de 1:25.000. Além das fotografias pancromáticas, foram utilizadas fotografias aéreas oblíquas do tamanho 10 X 15cm, obtidas por máquinas fotográficas convencionais, além de imagem de satélite Landsat. As fotografias aéreas oblíquas serviram para auxiliar os trabalhos de campo e no levantamento de informações como o sistema viário, áreas urbanas e algumas feições geomorfológicas situadas na planície aluvial. Ademais, não houve mapeamento detalhado de feições em vertentes e outros compartimentos pouco suscetíveis à inundação, pois tal detalhamento fugia ao escopo do trabalho. Tanto as formas das encostas quanto as da planície foram expressas graficamente de forma pontual (símbolos) ou por polígonos. As principais morfologias mapeadas nas encostas e expressas graficamente em forma de símbolo foram: - As bordas do planalto, formada a partir da erosão fluvial regressiva, são representadas por escarpas abruptas. A borda da escarpa deste planalto indica o limite leste do Planalto Sul Brasileiro e, em muitos locais, funciona como divisor topográfico entre as bacias hidrográficas que escoam para o litoral catarinense e as que drenam o nordeste do Rio Grande do Sul; - Os interflúvios, que figuram como as partes mais elevadas dentro da bacia e funcionam como pequenos divisores topográficos, foram divididos em interflúvios de topo agudo e de topo arredondado. Os primeiros fazem parte da escarpa do planalto, enquanto os últimos representam os topos dos morros que se prolongam para leste. Ambos resultam da ação erosiva que produz a dissecação do planalto e representam o recuo da linha de escapara para Oeste; - Os depósitos de blocos, que aparecem no limite inferior dos afloramentos das rochas efusivas e superior dos arenitos da Formação Botucatu. Convém destacar que, embora no mapa estes blocos tenham sido representados por símbolos, eles não estão representando individualmente os blocos, mas sim a forma que está impressa no relevo. Estes blocos são de rochas efusivas (basalto) desprendidos das partes mais íngremes das encostas e subsequente depósito nas partes de menor declividade. Nas encostas e borda da escarpa também foram mapeadas cicatrizes de movimentos de massa, que estão representados por meio de polígonos. Trata- se, todavia, de uma forma aproximada, uma vez que estas não foram mensuradas em campo para se obter com mais precisão a área afetada. As cicatrizes de movimentos de massa foram divididas em: - movimentos de massa ocorridos em 1995: estas cicatrizes estão associadas ao evento pluviométrico de final de dezembro de 1995 que provocou movimentos de massa generalizados nas bacias vizinhas (rios Pinheirinho, Figueira e Fortuna). Eles revelam a morfodinâmica das áreas de encostas íngremes ou escarpa do planalto; - movimento de massa ocorrido em 1997: esta cicatriz é resultado do processo desencadeado pelo evento pluviométrico ocorrido em fevereiro de 1997. A interpretação do mapeamento geomorfológico levou à identificação de diferentes classes de perigo de inundação.

Resultado e discussão

Mapeamento geomorfológico de detalhe As morfologias identificadas na planície do Rio da Pedra (Figura 1) foram, em sua maioria, representadas a partir de polígonos, e todas elas estão associadas aos processos fluviais, principalmente ao de deposição de material (Figura 2). As principais unidades mapeadas foram: - Planície de inundação atual: evidencia as áreas que atualmente são atingidas quando ocorrem as inundações; - Leques aluviais: este tipo de feição foi mapeada como ocupando toda a planície aluvial e já haviam sido identificadas por Duarte (1995) como de depósitos fluviais em forma de leques. A identificação de Duarte (1995) foi associada às cotas altimétricas, sendo os depósitos aluviais próximos da escarpa do planalto mais elevados do que aqueles mais a jusante. - Lóbulos: formados por depósitos fluviais, estas formas compõem os leques aluviais. Subdividiu-se estas morfologias em duas classes, a saber: (i) os lóbulos localizados nos depósitos fluviais mais elevados; e (ii) os situados nos depósitos mais baixos. Os primeiros correspondem aos depósitos mais próximos às áreas-fontes e se encontram totalmente alterados. Os lóbulos situados nos leques aluviais em cotas inferiores, por sua vez, apresentam diversos estágios de alteração; - Canal fluvial abandonado: tipo de morfologia encontrada nas áreas de depósito fluviais próximas às escarpas. Evidenciam o resultado da dinâmica do sistema de rios entrelaçados condicionados aos leques aluviais de sopé de escarpa; - Borda do terraço fluvial: único tipo de morfologia mapeada na planície representada graficamente por símbolos, revela uma ruptura de declive de até 5m entre o limite dos depósitos fluviais mais elevados e a planície de inundação atual. Ao contrário das demais, esta morfologia está associada aos processos erosivos que ocorrem nas margens da planície de inundação atual. Tais morfologias foram aqui denominadas bordas de terraço, embora os terraços ao qual estão associadas façam parte dos depósitos em forma de leque. Quanto às áreas de planície, observa-se que a planície de inundação atual possui limites mais definidos e de maior largura nas áreas acima da vila Serra da Pedra. A leste desta vila, a planície de inundação atual possui limites bastante suaves, dificultando a individualização da mesma. A maior largura desta parte da planície aluvial relaciona-se à presença de canais entrelaçados. Em relação aos depósitos em forma de leques aluviais, avalia-se que aqueles próximos à vila Serra da Pedra, na margem esquerda do Rio da Pedra, representam em planta uma morfologia típica de leque, sendo este leque limitado em sua parte superior por pequenos afloramentos de arenitos Botucatu. Pode-se considerar, então, que nestas áreas existe coalescência de depósitos fluviais e que estes podem representear diferentes estágios de deposição, bem como ser individualizados como pequenos leques aluviais. Os depósitos mais antigos situados próximos das áreas fonte de material (escarpas do planalto) estão em cota topográfica mais elevada e podem ser individualizados como terraços fluviais. No entanto, no local onde se localiza a comunidade de Tigre Preto, verificam-se feições lobulares sobre o mesmo e o formato como estes lóbulos estão dispostos permite associá-los aos mesmos processos geradores dos lóbulos nas planícies menos elevadas. Atualmente, estes já sofreram com a ação antrópica e estão sendo retrabalhados por processo pluviais. À primeira vista, o estrangulamento causado pelo afloramento das rochas magmáticas que compõem o sill na planície aluvial entre as vilas Serra da Pedra e São Pedro formam níveis diferenciados de deposição, sendo que as áreas acima deste estreitamento apresentam nível de base local de deposição mais elevado. Nota-se também, que, em caso de grandes inundações, o limite da planície atual é ultrapassado e o fluxo pode atingir áreas fora daquelas inundadas frequentemente. Devido à escala definida para o mapeamento (1:25.000), muitas feições morfológicas presentes na planície não puderam ser representadas, tais como as dimensões (largura) dos canais, barras fluviais e pequenos lóbulos. Não houve mapeamento detalhado de feições em vertentes e outros compartimentos pouco suscetíveis à inundação, pois tal detalhamento fugia ao escopo do trabalho. Mapeamento das áreas de perigo de inundação Assim, foram estabelecidos 4 níveis de perigo, os quais estão representados espacialmente no Mapa de perigo de inundação (figura 3). As áreas em vermelho representam o nível Muito Alto, isto é, perigo permanente de inundação. Isto se deve ao fato destas áreas fazerem parte da planície de inundação atual do rio, local onde ocorrem os entrelaçamentos entre os canais fluviais. São, portanto, as áreas de maior perigo às inundações, uma vez que estão sujeitas às enchentes, inundações propriamente ditas e enxurradas. O segundo nível – Alto - foi subdividido em duas classes: Alto 1 e Alto 2. A cor laranja escuro representa espacialmente as áreas mais susceptíveis de serem atingidas. Os critérios para se definir esta classe foram o topográfico, através da realização de perfis, e pela identificação dos pontos de rompimento do canal fluvial principal. A classe Alto 1 indica que a possibilidade de ocorrência de inundação é menor, pois estas áreas estão topograficamente mais elevadas e possuem limite bem definido (através da borda de terraço). O terceiro nível de perigo é o Médio, expresso no mapa pela cor amarela. Este nível está associado à morfologia de lóbulos que, topograficamente, são as formas mais elevadas na planície. Estas áreas representam perigo em caso de inundações excepcionais, geralmente associadas a fluxos de lama e de detritos nas áreas de maior declividade. Esses tipos de fluxos podem atingir o topo dos lóbulos, principalmente os de cota topográfica menos elevada, situados próximos aos pontos de rompimento do canal ou na direção do fluxo nestes locais. Além das morfologias originadas por depósitos fluviais, foram inseridas neste grau de perigo as pequenas áreas de afloramentos de arenito Botucatu que se encontram situadas na planície, uma vez que estão em posição topográfica pouco elevada. A cor verde representa as áreas onde não há perigo de inundação - Sem perigo - correspondendo aos depósitos que se encontram em cotas topográficas relativas acima dos 15 m, na maior parte dos casos, 20m. Este nível está associado aos depósitos fluviais que apresentam estágio de alteração muito evoluído, uma evidência disto é o fato de que a maioria dos clastos se encontra completamente alterados. Deste modo, a posição topográfica associada ao estágio de alteração demonstra que estas áreas não estão mais inseridas na dinâmica atual dos leques aluviais do sistema fluvial do Rio da Pedra. Inicialmente, ressaltou-se que os níveis de perigos identificados representam uma situação hipotética, a partir dos levantamentos feitos em campo. No entanto, fenômenos de maior magnitude podem ocorrer, vindo atingir locais não mapeados como áreas de perigo de inundação. Outrossim, alerta-se que os limites das áreas de diferentes níveis de perigo não são tão abruptos, pois, muitas vezes, a transição entre um compartimento ou feição e outra é bastante suave. Pode-se, ainda, observar que, no mapa de suscetibilidade aparecem as Formações Geológicas (tonalidade de cinza), cujos níveis de perigo não foram analisados, exceto o pequeno afloramento de rocha efusiva que está situado na planície de inundação, próximo à vila São Pedro e enquadrado como área de perigo permanente.

1

Localização da área de estudo.

2

Mapa geomorfológico de detalhe da bacia do Rio da Pedra.

3

Mapa de perigo de inundação na bacia do Rio da Pedra.

Considerações Finais

Este trabalho teve por objetivo aplicar o mapeamento geomorfológico de detalhe para a previsão de áreas com perigo de inundação. Para tanto, buscou-se identificar as feições morfológicas típicas de ambiente fluvial e caracterizar os materiais as constituem. que permitiram a definição de quatro níveis de perigo na bacia do Rio da Pedra, em Jacinto Machado – SC. Destaca-se que as classes estabelecidas representam a possibilidade de ocorrência de diferentes tipologias de inundação. A distribuição espacial dos níveis estabelecidos foi fortemente influenciada pelas feições registradas a partir de trabalhos de campo, desta forma, acredita-se que parâmetros métricos, como a topografia, Estas vêm sendo há muito utilizadas como base para delimitação de áreas sujeitas à inundação, não oferecem elementos suficientes para a compreensão da dinâmica fluvial, sobretudo em sistemas de canais entrelaçados típicos de depósitos proximais de leques aluviais, como a bacia do Rio da Pedra. Os avanços recentes na área das Geotecnologias, como o uso dos VANT’s para levantamentos de superfície vem colaborando para análises em escala de detalhe. No entanto, para determinação de áreas suscetíveis à inundação, não se deve ater-se somente à topografia, mas ao entendimento da forma por ela representada, seja de uma dinâmica atual ou passada, ressaltando a importância da representação geomorfológica através do mapeamento de detalhe com base nos processos geomorfológicos.

Agradecimentos

Este trabalho é fruto de alguns anos de estudos e muitas idas a campo sob a orientação do professor Joel Pellerin. Um grande mestre, que calmamente nos ensinou que é necessário entender a dinâmica da paisagem para poder representá-la. Um agradecimento especial a este mestre/amigo que há pouco nos deixou.

Referências

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